wladimir miranda
 

 
Informações atualizadas diariamente sobre esportes, com prioridade para os bastidores do futebol.
 
 
   
 
Segunda-feira, Agosto 31, 2009
 
Predominaram as defesas no clássico do Morumbi.

Nenhuma surpresa.

Muricy Ramalho é um técnico realista, como Carlos Bianchi bem o definiu.

Muricy sabe que o nível do futebol brasileiro despencou nos últimos anos.

Assim, monta esquemas precavidos.

Quem pode definir jogos no time do Palmeiras?

Diego Tardelli, talvez.

Bem marcado, como no domingo, desaparece.

E quem decide jogos no São Paulo?

Dagoberto? Jorge Vágner?

Nenhum dos dois.

Então, foi o que se viu.

Clássico de poucas chances, jogo truncado.

Muita badalação para nada.

O Santos jogou para o gasto.

Chegou a levar sufoco do fraco time do Fluminense.

A missão de lutar por uma vaga na Libertadores será dura.


Comments:
Sábado, Agosto 29, 2009
 
Atitude elogiável teve o técnico Renê Simões ao pedir demissão da Portuguesa.

Fosse outro o treinador, talvez nem revelasse para a imprensa os fatos absurdos que ocorreram no vestiário.


Alguém duvida que o fato já tenha ocorrido outras vezes na Portuguesa?

Eu não duvido.


A diferença é que agora Renê Simões teve peito e dignidade para tornar pública a selvageria.

Comments:
Quinta-feira, Agosto 27, 2009
 
Santos e Inter fizeram um grande espetáculo.

Seis gols, oportunidades criadas e perdidas.

O Santos teve mais ímpeto, mais vontade de chegar ao gol adversário.


Mas ainda é um time em formação.

Por isso, deixou o Inter empatar e virar depois de fazer 2 a 0.

Luxemburgo reclamou da arbitragem.

Exagero.

Não houve interferência da arbitragem.

Luxa reclamou para desviar o foco, como sempre faz.

O elenco do Santos é fraco, o time é apenas razoável.

Assim, a vaga para a Libertadores só virá por um milagre.

E nem é porque os adversários são fortes.

O problema é o Santos.

O elenco fraco é resultado de uma gestão amadora de Marcelo Teixeira.

O Tricolor tem mehor elenco, é mais equilibrado.

Deve vencer o clássico de domingo.

O Corinthians ainda vai incomodar neste Brasileiro.




Comments:
Sexta-feira, Agosto 21, 2009
 
O carioca Ricardo Gomes Raimundo, 44 anos, termina a entrevista coletiva com os jornalistas no CT do São Paulo na manhã desta sexta-feira. Calmo, centrado, em nenhum momento deu sinais de aborrecimento. Respondeu a cada pergunta olhando nos olhos do repórter. Não deu respostas contundentes. Foi uma entrevista coletiva tranquila. No melhor estilo de Ricardo Gomes, o técnico que começa a fazer a torcida são-paulina sonhar com o quarto título seguido do Campeonato Brasileiro.
Na entrevista, não houve polêmica. E muito menos as costumeiras discussões dos tempos em que o técnico do Tricolor era Muricy Ramalho, hoje no Palmeiras.
O cidadão Ricardo Gomes Raimundo é assim. Calmo, adepto do diálogo. Assim é também o técnico Ricardo Gomes. Com longa carreira como jogador na Europa, Ricardo Gomes começou como tecnico no Paris Saint Germain, em 1996. Iniciava ali a trajetória numa equipe que tinha Raí e Leonardo, amigos e destaques do time parisiense. Depois, dirigiu o Vitória, Sport Recife, outra vez o Vitória, Guarani, Coritiba, Juventude, Fluminense, Flamengo, Bordeaux e Mônaco, da França.
“Foram 14 anos no futebol europeu. Na primeira passagem foram oito anos como jogador e dois como técnico. Na segunda passagem foram quatro anos como técnico”, diz ele, medindo as palavras. Os títulos, como técnico, não foram muitos, mas aconteceram. Pelo PSG, foi vice-campeão da Copa da Uefa, campeão da Copa da França e da Liga Francesa. No Brasil, foi campeão da Copa do Nordeste e campeão baiano, pelo Vitória.
No São Paulo, seus métodos começam a ser elogiados. Sob o seu comando, o Tricolor mantém uma invencibilidade de 10 jogos no Campeonato Brasileiro. E a ascensão do time começa a provocar o medo dos adversários. Luiz Gonzaga Belluzzo, presidente do Palmeiras, em suas declarações, dá sinais de que teme a evolução do seu mais ilustre vizinho de Cts da Av. Marques de São Vicente.
“Acho que o que o Belluzzo quis fazer foi motivar seus jogadores e torcedores. É uma guerra psicológica Normal. Acho esta rivalidade saudável no futebol”, diz Ricardo, referindo-se ao fato de Belluzzo ter dito que a reação do São Paulo no campeonato não o preocupa e que assim como o Jason ressuscitou, pode ser morto. Jason é o personagem em quem a torcida são-paulina se inspirou lembrar a evolução que o Tricolor vem mostrando no Campeonato Brasileiro.
É muito difícil, diria impossível, arrancar uma declaração polêmica da boca de Ricardo Gomes. Antes de responder, ele pensa muito. Diz que é um técnico de diálogo. “Gosto de conversar com os jogadores, de preferência em particular. E aqui no São Paulo eu senti que havia espaço para isto. Às vezes o grupo não está disponível para as conversas. É como faço com meus filhos. Identifiquei que poderia conversar com os jogadores do São Paulo e o trabalho fluiu. No São Paulo encontrei um grupo aberto ao diálogo”, lembra.

“Não, nunca fiz análise. Nunca precisei”, avisa.

Mas lembra que quando constata problemas em algum jogador que necessita da intervenção de um profissional de psicologia, não se contrange. “Sem problemas. Tenho alguns conhecimentos de psicoloogia, mas não sou um especialista na área. Quando é necessário, chamo um psicólogo”, diz ele, avisando que o São Paulo dispõe de bons profissionais nesta área. No comando do São Paulo desde o final de junho, Ricardo Gomes avisa que ainda não sabe o que fez o time evoluir a ponto de chegar ás primeiras colocações no Campeonato Brasileiro e começar a ser apontado como um dos favoritos ao título.
Quando chegou, jogadores como Jorge Vagner, Dagoberto, Washington e Borges e principalmente Hernanes atravessavam péssima fase técnica. Hernanes, o grande destaque do time ano passado estava tão mal, que foi para o banco de reservas nos últimos meses da gestão de Muricy. Hoje, estes jogadores subiram de produção. Em consequencia, o Tricolor começou a ganhar jogos e a assustar os concorrentes. “Sinceramente, não sei o que veio primeiro. Não sei se eles subiram de produção por causa da nova maneira de jogar do time. Ou se o time subiu de produção porque eles passaram a jogar bem. Ainda não consegui detectar. Não sei quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha”, afirma, na única vez em que abriu um sorriso durante a entrevista com este blogueiro.
Ricardo Gomes admite que encontrou um elenco emocionalmente abaixado. “O time tinha planos de ganhar a Libertadores da América e foi eliminado. Pagou um preço alto pela eliminação. Tinha que recuperar o moral dos jogadores. Logo no início eu percebi que a recuperação iria acontecer. E aconteceu”, constata.
Sem muito entusiasmo, como é de seu feitio, Ricardo Gomes garante que a torcida do São Paulo pode começar a sonhar. “A torcida do São Paulo pode ter certeza de que o trabalho sério vai continuar. E vamos continuar somando pontos para que o sonho de ser tetracampeão brasileiro se torne realidade”, discursa, sem demonstrar euforia, mas convicto de que está no rumo certo.

Comments:
Quinta-feira, Agosto 13, 2009
 
Celso Roth disse que o Palmeiras joga com cinco volantes.

Um exagero.

Diego Souza e Cleiton Xavier, no Palmeiras, são os responsáveis pela criação de jogadas.

Roth disse que os dois são volantes porque é assim que os vê.

Com Roth, Diego e Cleiton seriam volantes, de marcação.

Roth mostrou como vê o futebol.

Ok, disse bobagem.

Mas que o Palmeiras não é o time criativo que muitos aplaudem, não é.

E não vejo neste Palmeiras de Muricy todas as virtudes que muitos enxergam.

Vejo uma competição aberta, com times parelhos, que jogam um futebol de parcos recursos técnicos.

Elenco por elenco sou mais o São Paulo.

O Tricolor tem um banco de reservas mais rico, que faz a diferença num campeonato longo como o Brasileiro.

Até o Santos, com um time frágil mas com um técnico capaz, pode disputar o título.
Comments:
Sábado, Agosto 01, 2009
 
Roberto Brum foi afastado do time do Santos e treina à parte.

Qual foi o pecado de Brum?

Ao ser substituído, contra o Flamengo, reclamou com o árbitro e recebeu o cartão amarelo.

Como era o o terceiro, ficou suspenso.

Esta falha justifica tal punição?

Não, não justifica.

Tem mais coisa aí.

Penso que Luxemburgo não gosta da maneira como Brum se comporta, dentro e fora de campo.

Em campo, Brum é um jogador razoável, nada mais do que isto.

Fora de campo, por ser falador, comunicativo, Brum é um bom prato para mídia.

Pode estar aí o motivo da punição.

Brum fala muito, chega a ser irresponsável.


Diria que Brum é comunicativo demais para o gosto de Luxemburgo.

O único que pode ser comunicativo no Santos é ele, Vanderlei Luxemburgo.



Comments:

 

 
   
  This page is powered by Blogger, the easy way to update your web site.  

Home  |  Archives